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Há dois anos as rodovias brasileiras estavam paradas por conta da greve dos caminhoneiros e os brasileiros viviam uma outra forma de isolamento, já que, por conta da paralisação, os combustíveis pararam de chegar às bombas e as mercadorias às prateleiras dos supermercados.

A solicitação dos caminhoneiros era baseada em dois pontos principais: o custo do frete e o preço do combustível, colocações que foram aceitas pelo então presidente, Michel Temer.

 O que mudou em dois anos

A greve dos caminhoneiros conseguiu o que queria, a legislação da tabela de frete foi alterada e o valor do diesel foi reduzido em R$ 0,46 nas bombas, mas as mudanças não duraram o tempo esperado.

O valor do combustível

O preço do diesel e da gasolina foram alterados nas bombas, mas a mudança não durou muito, menos de um ano após a greve os valores já estavam os mesmos de antes. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP) o preço dos combustíveis sofreu queda e crescimentos no período até aqui, atualmente o valor despencou, mas isso se deve a falta de demanda por conta da pandemia.

E o frete?

Essa era uma das principais lutas por parte dos caminhoneiros e sofreu alteração na legislação e alguns pontos centrais foram alterados:

– 30% das contratações de frete feitas pela Companhia Nacional de Abastecimento deveriam ir para os caminhoneiros autônomos;
– Tabela mínima de frete;
– Isenção de cobrança por eixos suspensos em caminhões vazios.

Segundo o relato de muitos caminhoneiros, essas medidas foram cumpridas no momento inicial, mas a falta de fiscalização falou mais alto e agora os caminhoneiros vivem a lei da procura e oferta e poucas empresas pagam o valor de tabela.

O que é esperado pela indústria é que a fiscalização seja feita de forma efetiva para que todos consigam trabalhar de maneira digna e levar o sustento aos seus lares.

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Até a próxima!

Osmar Oliveira
CEO – 4TRUCK Soluções Sobre Rodas